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Desejos

Por Kleidianne Nogueira

Que a dor que sentes seja somente tua e que eu não ouse fingir que a carrego contigo.

Que a minha dor não te atrapalhe os passos, e que tu não te atrevas a ser hipócrita como os que dizem entender a dor alheia.

Que a minha tristeza te encoraje a buscar alegria e que a tua força me faça feliz.

Que nossos inimigos conheçam nossas faces e que sejam convictos de suas desavenças contra nós.

Que a covardia seja guardiã fiel da nossa paz e que as afrontas não movam nossas armas.

Que os nossos sejam repartidos e que os seus não se misturem aos meus.

E se entenderes o que tento dizer-te; se questionares, ou simplismente aceitares; guarda-o contigo, pois ao final de todas as palavras quero dizer-te o mesmo: amo-te. Não faço juras, nem promessas, mas amo-te muito.

E se também amas a mim, recosta teus desejos aos meus e ajuda-me com as palavras, que a elas pertencia o coração que a ti entreguei.

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A carta convertida

Oi, amores!

Antes de mais nada, convido você que ainda não leu o texto A Carta a clicar no link e espiar o texto que antecedeu A Carta Convertida.

Como contei , esse é o tipo de texto que vem chegando na nossa mente sem que haja uma intenção nossa de desenvolver determinado tema. É a criatividade pura brincando com a gente. Quando terminei A Carta, logo me ocorreu A Carta Convertida, com trechos de músicas evangélicas.

Me diverti bastante escrevendo e gostaria muito que vocês se divertissem também.


A Carta Convertida
Por Kleidianne Nogueira


Eu posso te saudar
Com a paz do Senhor.

Estou no meu jardim, tranquei a porta e comecei a escrever esta carta. Não se espante com o que vou dizer.

Eu quis viver a minha vida sair por aí. Eu andei sem destino, perdi a razão. Oh! Quão cego eu andei!

Certo dia parei procurando encontrar resposta. Entrei no templo, dobrei os meus joelhos em fervente oração. Descobri a fé, minha vida floresceu. Eu encontrei Jesus, que mudou a minha história.

Desde então…

A mãe que não ama.

Oi, gente boa!
O tema do texto de hoje é muito delicado: a depressão pós-parto e a nossa tendência a julgamentos e condenações. Senti a necessidade de falar sobre esse tema após viver a depressão pós-parto e sentir na pele como é uma condição difícil de viver, de explicar, de conviver... enfim, difícil. 
Como se não bastasse sofrer o próprio transtorno, ouvimos todo tipo de comentário condenatório. Algumas pessoas não sabiam que eu estava em tratamento e falavam sobre outras mães com o mesmo problema de forma muito direta condenando-as.
É preciso falar que esses julgamentos não ajudam de modo algum a mãe que sofre de depressão (muito pelo contrário). Esses julgamentos não ajudam em nada à pessoa que os emite. Então, vamos evitá-los, pois são ao mesmo tempo inúteis e destrutivos.
Um grande abraço bem apertado em todas as mães que não amam. Eu entendo vocês. 

A mãe que não ama.
Por Kledianne Nogueira.

Ah, a mãe que não ama!
Que bicho estranho!
De que planeta ela veio?
Para onde vai eu se…

Síndrome da Mulher Dividida

Por Kleidianne Nogueira



Tenho uma mente moderna e um coração antigo. O resto do corpo está perdido no tempo.

Disponho-me a alcançar a lua e meu intelecto projeta os caminhos, mas meu coração prefere ficar em casa cosendo e cozinhando.

Se pelo menos eu soubesse coser... Se não doesse tanto ir à lua... Seria mais fácil decidir se quero cama ou rua.