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Mostrando postagens de Março, 2017

Girassol

Olá, queridos!
Neste Dia Internacional da Mulher, escolhi homenagear a todas nós através de uma poetisa e grande amiga que Deus me permitiu acompanhar através das redes sociais: Ludmila Clio, do blog Copo de Letras
Conheci o trabalho da escritora Ludmila Clio pelo Instagram num momento de enorme fragilidade e comecei a comentar nas postagens com as quais me identificava. Minha intenção era somente comunicar a ela que havia cumprido sua missão e tocado mais uma alma com aquelas palavras tão carregadas de sentimentos. Minha surpresa foi receber de volta sua preocupação legítima comigo.
Nossa amizade me permitiu voltar a escrever e este poema nasceu apenas para retribuir o carinho que dela recebo. Um poema-flor, como a Lud o chamou.  
Espero que gostem.
Por Kleidianne Nogueira

Girassol
Para Ludmila Clio

É cada palavra que seu olhar me diz.
Cada medo adolescente escondido nessa pose de mulher...
Mas o medo não lhe paralisa.
Você tenta, tenta, tenta e tenta.
E consegue!
Mas comemora a ba…

A mãe que não ama.

Oi, gente boa!
O tema do texto de hoje é muito delicado: a depressão pós-parto e a nossa tendência a julgamentos e condenações. Senti a necessidade de falar sobre esse tema após viver a depressão pós-parto e sentir na pele como é uma condição difícil de viver, de explicar, de conviver... enfim, difícil. 
Como se não bastasse sofrer o próprio transtorno, ouvimos todo tipo de comentário condenatório. Algumas pessoas não sabiam que eu estava em tratamento e falavam sobre outras mães com o mesmo problema de forma muito direta condenando-as.
É preciso falar que esses julgamentos não ajudam de modo algum a mãe que sofre de depressão (muito pelo contrário). Esses julgamentos não ajudam em nada à pessoa que os emite. Então, vamos evitá-los, pois são ao mesmo tempo inúteis e destrutivos.
Um grande abraço bem apertado em todas as mães que não amam. Eu entendo vocês. 

A mãe que não ama.
Por Kledianne Nogueira.

Ah, a mãe que não ama!
Que bicho estranho!
De que planeta ela veio?
Para onde vai eu se…

A carta convertida

Oi, amores!

Antes de mais nada, convido você que ainda não leu o texto A Carta a clicar no link e espiar o texto que antecedeu A Carta Convertida.

Como contei , esse é o tipo de texto que vem chegando na nossa mente sem que haja uma intenção nossa de desenvolver determinado tema. É a criatividade pura brincando com a gente. Quando terminei A Carta, logo me ocorreu A Carta Convertida, com trechos de músicas evangélicas.

Me diverti bastante escrevendo e gostaria muito que vocês se divertissem também.


A Carta Convertida
Por Kleidianne Nogueira


Eu posso te saudar
Com a paz do Senhor.

Estou no meu jardim, tranquei a porta e comecei a escrever esta carta. Não se espante com o que vou dizer.

Eu quis viver a minha vida sair por aí. Eu andei sem destino, perdi a razão. Oh! Quão cego eu andei!

Certo dia parei procurando encontrar resposta. Entrei no templo, dobrei os meus joelhos em fervente oração. Descobri a fé, minha vida floresceu. Eu encontrei Jesus, que mudou a minha história.

Desde então…