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Girassol

Olá, queridos!

Neste Dia Internacional da Mulher, escolhi homenagear a todas nós através de uma poetisa e grande amiga que Deus me permitiu acompanhar através das redes sociais: Ludmila Clio, do blog Copo de Letras

Conheci o trabalho da escritora Ludmila Clio pelo Instagram num momento de enorme fragilidade e comecei a comentar nas postagens com as quais me identificava. Minha intenção era somente comunicar a ela que havia cumprido sua missão e tocado mais uma alma com aquelas palavras tão carregadas de sentimentos. Minha surpresa foi receber de volta sua preocupação legítima comigo.

Nossa amizade me permitiu voltar a escrever e este poema nasceu apenas para retribuir o carinho que dela recebo. Um poema-flor, como a Lud o chamou.  

Espero que gostem.

Por Kleidianne Nogueira

Foto do acervo pessoal da escritora Ludmila Clio.
Girassol
Para Ludmila Clio

É cada palavra que seu olhar me diz.
Cada medo adolescente escondido nessa pose de mulher...
Mas o medo não lhe paralisa.
Você tenta, tenta, tenta e tenta.
E consegue!
Mas comemora a batalha. Orgulha-se por ser Guerreira, não vencedora. Sede o pódio a quem se ilude com ele.
E vive de arte.
Não é teu capital, é teu oxigênio. Sobrevive o corpo nesse mundo de bater ponto, mas a alma sobrepuja. É saciada por palavras e melodias que a enlaçam dia e noite.
E quanto amor sua existência exala!
Quanto ouvir e se importar cabe em tão pequenina porção de gente. Quantas vidas abraçadas por suas palavras. Quanta ternura emana daquela que faz o sol girar.
Gira o sol? Gira sim!
Gira e inflama sua pele tatuada de flores e música. Deixa toda a existência febríssima e sorri.
És amada, flor, girassol.

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Cordel das irmãs sem sorte

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Te agradecer

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Óh, vem fazer morada neste pobre coração
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Para que as borboletas viessem a existir de fato, era necessário que a Perfeita cuspisse pequenos casulos temporariamente sobre a Terra Imperfeita. Esses casulos se abriam ao toque suave de uma brisa vinda da própria Lagarta. Como um presente para que se lembrassem de seu amor por elas durante o exílio, a Perfeita escreveu-lhes uma carta contendo a descrição de si, das borboletas perfeitas e instruções para que encontrassem o caminho do Reino da Perfeição.

A carta ficou extensa e complexa como a perfeição. Por isso, quando a Perfeita estava encerrando sua escrita…