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Não existe fase melhor que a infância.


Não existe fase melhor que a infância.
Por Kleidianne Nogueira

Luiza foi trazida da escola mais cedo queimando de febre. Medico, agasalho, beijo e faço menção de sair do quarto pra concluir o almoço. Ela se dirige a mim como se eu estivesse cometendo um pecado imperdoável.
- Mamãe, rum! Tu não vai deitar comigo? 
Volto e a acaricio enquanto explico que, apesar de estar tocada pelo pedido, o almoço não se fará sozinho e nós precisamos comer.
Dias depois sou eu que estou ardendo em febre numa rede. Sozinha com duas crianças, choro de dor e preocupação, adivinhem, com o almoço.
Luiza me cobre com um lençol e diz carinhosa:
- Vou deitar com você pra você ficar boa, viu?!
Viu.
À noite tenho uma piora e com ela sempre do meu lado ensaio um drama:
- Lulu, eu tô muito mal. Chama a Doutora Brinquedos.
- Mamãe, a Doutora Brinquedos é só um desenho.
Viu?
Criança é esperta o suficiente para acreditar que é a mamãe deitada do lado que vai curar o dodói, mas que a doutora do desenho é só um desenho.
Não existe mesmo fase melhor que a infância.

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A carta convertida

Oi, amores!

Antes de mais nada, convido você que ainda não leu o texto A Carta a clicar no link e espiar o texto que antecedeu A Carta Convertida.

Como contei , esse é o tipo de texto que vem chegando na nossa mente sem que haja uma intenção nossa de desenvolver determinado tema. É a criatividade pura brincando com a gente. Quando terminei A Carta, logo me ocorreu A Carta Convertida, com trechos de músicas evangélicas.

Me diverti bastante escrevendo e gostaria muito que vocês se divertissem também.


A Carta Convertida
Por Kleidianne Nogueira


Eu posso te saudar
Com a paz do Senhor.

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Certo dia parei procurando encontrar resposta. Entrei no templo, dobrei os meus joelhos em fervente oração. Descobri a fé, minha vida floresceu. Eu encontrei Jesus, que mudou a minha história.

Desde então…

A mãe que não ama.

Oi, gente boa!
O tema do texto de hoje é muito delicado: a depressão pós-parto e a nossa tendência a julgamentos e condenações. Senti a necessidade de falar sobre esse tema após viver a depressão pós-parto e sentir na pele como é uma condição difícil de viver, de explicar, de conviver... enfim, difícil. 
Como se não bastasse sofrer o próprio transtorno, ouvimos todo tipo de comentário condenatório. Algumas pessoas não sabiam que eu estava em tratamento e falavam sobre outras mães com o mesmo problema de forma muito direta condenando-as.
É preciso falar que esses julgamentos não ajudam de modo algum a mãe que sofre de depressão (muito pelo contrário). Esses julgamentos não ajudam em nada à pessoa que os emite. Então, vamos evitá-los, pois são ao mesmo tempo inúteis e destrutivos.
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A mãe que não ama.
Por Kledianne Nogueira.

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Síndrome da Mulher Dividida

Por Kleidianne Nogueira



Tenho uma mente moderna e um coração antigo. O resto do corpo está perdido no tempo.

Disponho-me a alcançar a lua e meu intelecto projeta os caminhos, mas meu coração prefere ficar em casa cosendo e cozinhando.

Se pelo menos eu soubesse coser... Se não doesse tanto ir à lua... Seria mais fácil decidir se quero cama ou rua.